10 conselhos que eu gostaria de ter ouvido na gravidez

Ilustração de Reija Kiiski

Ilustração de Reija Kiiski

Se conselho fosse bom… Ok, sei disso. E que saco todo mundo palpitar durante a gravidez, desde a quantidade de comida que você começa a devorar até o tipo de parto e o nome do bebê. Como a ideia de tentar engravidar novamente está rondando meus pensamentos, voltei a lembrar da minha primeira gestação, cinco anos atrás. Que dicas eu tive naquela época?  Quais delas eu segui? Que conselhos eu daria (se alguém pedisse, claro)? Fiz uma lista bem pessoal que, como diz o título do post, eu gostaria de ter ouvido na minha gravidez.

1- Controle a alimentação e não enfie o pé na jaca 
Eu enfiei, comi pudim de leite quase diariamente e engordei 16 quilos. Alguns deles carrego comigo até hoje e me arrependo de não ter segurado a gula durante a gestação.

2 – Não exagere no enxoval
Dica batida, mas não poderia deixar de citar. Compre a quantidade necessária de roupinhas básicas e confortáveis para os primeiros meses e uma ou outra peça especial. Recém-nascido não precisa de “look do dia” e tenha certeza que ele ficará muito mais feliz com body e mijão do que com vestidos, minijeans, laços e fitas.

3 – Faça um curso de gestante oferecido nas maternidades
Esse conselho eu segui e saí do curso muito mais segura para lidar com um bebê dentro de casa, pelo menos na teoria. As orientações sobre a amamentação foram fundamentais para que eu fosse bem-sucedida nesse desafio.

4 – Insista na amamentação
Amamentar é dolorido e não é nada simples para grande parte das mulheres. Mas não desista na primeira dificuldade. Insista. Se não conseguir, peça ajuda de médicos ou enfermeiras especializadas.

5- Tente encontrar um bom pediatra antes do bebê nascer
Só fui procurar pediatra após o parto e não dei sorte. Levei minha filha em vários profissionais até encontrar alguém com que simpatizasse, confiasse e, especialmemte, atendesse minhas ligações a qualquer hora.

6 – Incentive os amigos e familiares a visitarem o bebê na maternidade
Antes de ser mãe, achava que só pessoas com quem temos intimidade deveriam visitar o bebê no hospital. Mas na prática percebi que é muito melhor receber todo mundo quando você tem o suporte de uma equipe de enfermeiras do que em casa, quando ainda está se adaptando com o novo papel.

7 – Se possível, peça para as visitas não levarem flores na maternidade
As plantas não podem enfeitar o quarto, ficam amontoadas do lado de fora da porta e viram um estorvo na hora da alta.

8 – Cultive pensamentos positivos e seja otimista
Como tive sangramento em duas ocasiões, passei a gestação toda insegura, achando que algo de ruim poderia acontecer.

9 – Segure a ansiedade e mantenha a calma no final da gravidez
Não sei como meu marido me aguentou no final da gestação: eu estava insuportável, ansiosa e com muita oscilação de humor. Minha filha nasceu com 41 semanas e desde a 36ª, quando a médica disse que o bebê já estava encaixado, eu achava que daria à luz a qualquer instante. E não é bem assim. Foram as cinco semanas mais longas e estressantes da minha vida. Deveria ter relaxado mais e aproveitado esse tempo para ler e ir ao cinema.

10 – Se precisar, faça terapia
Busque ajuda para lidar com os altos e baixos na gravidez e ao primeiro sinal de depressão pós-parto. Não passei por ela, mas meu problema foi uma grande culpa por ter trocado de emprego no meio da licença-maternidade. Abri mão de dois meses exclusivos ao lado da minha filha e até hoje carrego esse sentimento de culpa. Me arrependo de não ter feito terapia nesse período.

Se você tem outras dicas que foram importantes na sua gestação, compatilhe, escreva nos comentários!

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Luciana

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