Ideias fofas para guardar os desenhos dos filhos

quadrinhos na parede

 

Um dia desses a melhor amiga da minha filha ficou em segundo lugar num concurso de desenho. O talento da pequena inspirou este post. O que fazer com as obras de artes dos filhos, principalmente aquelas que fazem a gente morrer de orgulho? Expô-las na parede, claro! Uma ideia fácil é colocar os desenhos em molduras de diferentes tamanhos ou de cores variadas e decorar o quarto do artista mirim.

Mas há outras possibilidades para deixar o trabalho dos filhos para a posteridade. Uma delas é “dar vida” aos rabiscos e transformá-los em bonecos e bichinhos de pano. A canadense Wendy Tsao começou esse trabalho no Child’s Own Studio em 2007, depois de costurar um boneco seguindo fielmente o desenho de seu filho, então com quatros anos.

 

Child`s Own Studio

 

No Brasil há quem também faça bonecos de tecido customizados a partir da arte da criança desenhada no papel, como o ateliê Bololofos, em São Paulo. Os bonecos custam entre R$ 100 e R$ 200.

 

Bololofos

 

Vi recentente mais uma alternativa para eternizar de forma criativa os desenhos da garotada. Juliana Duraes, da Mais que Rabisco, de São Bernardo do Campo, Grande São Paulo, borda as linhas traçadas pelas crianças em tecido e depois aplica em almofadas com acabamento de patchwork. Cada almofada custa entre R$ 40 e R$ 80, dependendo do tamanho e da complexidade do desenho.

 

Almofadas_Maisquerabisco

 

VEJA TAMBÉM:

Luciana

One Comment

  1. Ola Luciana como vai?
    Eu simplesmente sou apaixonada por esses trabalhos. Vi seu post na fan page Mais que rabisco e vim conferir. A arte das crianças é muito rica e fica muito harmoniosa quando valorizada dessa forma. Eu tiro o chapéu para trabalhos assim…

    Aqui no Brasil também temos a Rabisquedo. Conhece? São também bonecos a partir do desenho das crianças e eles fazem também o boneco em branco para a criança poder criar desenhando carinha e corpo.

    Olha que bacana
    https://www.facebook.com/rabisquedo?fref=ts

    Um beijão grande!
    Teresinha Nolasco

Deixe uma resposta